Eu-Lírico de uma história sem final cujas páginas são escritas a cada instante. Sem previsões. Sem regras. Sem modelos preestabelecidos. Carta única endereçada ao mundo que já não faz sentido. Clayton Guimarães
Meus chegados
domingo, 25 de novembro de 2012
Constante
Do pôr de um sol que não raiou
A semente que não germinou.
Remoendo fraquezas e acreditando.
Tantas incertezas, mais certa tristeza.
Como das ondas, ressaca, você vem e volta
E, mesmo não sendo rocha, constante.
O intermitente bate e choca
Enfraquece a linha tênue da sanidade
Em um segundo inteiro me lembro de você
E sonho com a eternidade de tudo de que não esqueci
E que vivemos, intensamente, com toda a vida
Mas agora não passam de escombros na memória.
Clayton Guimarães
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