Eu-Lírico de uma história sem final cujas páginas são escritas a cada instante. Sem previsões. Sem regras. Sem modelos preestabelecidos. Carta única endereçada ao mundo que já não faz sentido. Clayton Guimarães
Meus chegados
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Manhã
Que doce visão logo ao acordar:
Teu rosto liso de marcas, cândido
E puro de qualquer expressão:
Só você, pura e verdadeira.
E o teu corpo lindo, perfeito
Abandonado, semi coberto
Sob meu olhar, com um pano meu
A esconder-te pela metade.
Nem inocente nem Lasciva:
Híbrida tentação que instiga
E se flexiona em seus contornos.
Clayton Guimarães
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário