Eu-Lírico de uma história sem final cujas páginas são escritas a cada instante. Sem previsões. Sem regras. Sem modelos preestabelecidos. Carta única endereçada ao mundo que já não faz sentido. Clayton Guimarães
Meus chegados
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Pra você.
Escrevo um sol amarelo e um céu azul pra essa manhã nublada. Escrevo pássaros cantantes e árvores frondosas. Escrevo crianças correndo e sorrindo. Escrevo piquenique e amarelinha. Rabisco a nuvem cinza e os respingos de lama. Apago os relâmpagos e calo os trovões. Enxugo a grama verdinha e evaporo poças d’água. Pra você passar, Caminhar sua beleza pelo meu dia artesanal, pintado a dedo com tinta guache. Colorido com sorrisos, flores e sensações policromáticas. Pra você ler nas entrelinhas e sorrir. E descobrir, surpresa, parte de ti nessa euforia. Nesse dedilhado romântico, nesse batuque dançante, encontrar suas frequências. Deixar passear pelo teu corpo e medir a palmo teus contornos. Pra você voar livre como gaivota em paisagem sobre meus pensamentos. Sentir o vento arteiro emaranhar-lhe os cabelos e pousar graciosa em meus braços.
Clayton Guimarães.
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